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Há algumas semanas  atrás estive visitando um lugar especial aqui no RS. O Templo Budista em Três Coroas. Ao andar pelo lugar, eu senti como se estivesse em um pedacinho do Tibete. Eu nunca tinha visto uma concentração de energia positiva tão grande em um único lugar. É uma mistura de silêncio, paz e cores unidos a uma beleza natural indescritível.

O Templo é uma organização sem fins lucrativos destinado ao estudo e prática do Budismo Tibetano, e por ser uma organização sem fins lucrativos depende em grande parte de doação para manter sua estrutura. Aos domingos, 10h, há uma prática de meditação aberta ao público. Dentro do Templo não é permito entrar calçado e nem fotografar.

O Budismo é uma religião e filosofia não-teísta que abrange uma variedade de tradições, crenças e práticas, baseadas nos ensinamentos atribuídos a Buda. Essas tradições e crenças ficam muito claras durante a visita ao Templo, que é todo decorado dentro das tradições artísticas tibetanas.

Uma das coisas que me chamou muito a atenção na visita foi a Casa das Lamparinas, onde centenas de mini lâmpadas são acesas todos os dias como oferenda de luz para dispersar obstáculos de todos os seres. Segundo a crença budista, quando se oferece uma lamparina, a luz do ser se multiplica dissipando toda a escuridão da ignorância e espera-se que a mente se ilumine de sabedoria.

Exite, também, uma lojinha onde é possível adquirir incensos artesanais, mandalas, livros e diversos outros produtos ligados ao Budismo.

Fotos que eu fiz lá:


 Beleza Natural





 Casa das Lamparinas: Foto Divulgação / http://kl.chagdud.org/



Guru Rinpoche, o mestre indiano que levou o budismo vajraiana para o Tibet. Foto Divulgação / http://kl.chagdud.org/

Vista lateral do La Kang, templo construído e ornado dentro das tradições artísticas tibetanas. Foto Divulgação / http://kl.chagdud.org/


 Entrada no Templo onde acontece a prática da meditação. A partir desse ponto não é permitido fotografar.

Rodas de oração: cada uma contem milhares de mantras, que giram continuamente. Foto Divulgação / http://kl.chagdud.org/


CURITIBA, SERRA DO MAR, MORRETES E ANTONINA

Quem me conhece sabe o quanto eu gosto de viajar. Sozinha. E sem roteiro definido.
Eu havia saído de um emprego de 5 anos em uma grande empresa, precisava mais do que nunca de uma boa viagem. Logo de cara pensei em Curitiba. Entrei no site da Gol, comprei a minha passagem, coloquei meu all star branco (que me acompanha em todas as trips) fechei a mala e f-u-i! Cheguei em Curitiba por volta das 6h da tarde. O dia tava nublado... chuvoso. Do aeroporto peguei um ônibus que me deixou na esquina do hostel, que fica bem próximo ao shopping Estação, onde já no primeiro dia aproveitei pra conhecer o Museu do Trem. (No caminho passei pela famosa Avenida das Torres e pude ver que o nome faz jus ao que se vê)
No dia seguinte, peguei a Linha Turismo ao lado do Shopping Estação. Paguei R$12,O0 e a passagem deu direito a descer em 5 pontos turísticos de Curitiba. Escolhi o Jardim Botânico, Parque Barigui,
No dia seguinte, meu 3° dia de viagem, fui até a estação férrea de Curitiba e comprei uma passagem de trem para Morretes pela Serra do Mar. Achei um pouco caro a passagem R$84,OO em vagão turístico com serviço de bordo (um lanchinho em uma caixinha de papelão semelhante a do Mc Lanche Feliz). Gente, foi a melhor coisa que eu poderia ter feito!!! A viagem no trem dura em torno de 3 horas e a paisagem é incrível (prova disso, são as fotos no final desse post). O vagão que eu viajei estava lotado, eu era a única brasileira junto com um casal que estava em lua de mel. Os demais companheiros de vagão era todos "gringos". A guia, que achou que eu era "gringa" também falou em inglês a maior parte do tempo e só quando chegamos em Morretes que ela descobriu que eu era gaúcha.
Morretes é uma cidade super pequena, as pessoas vivem da pesca e do artesanato sempre a espera do trem, que todos os dias chega no mesmo horário - próximo às 11h da manhã. Eu contratei um serviço de guia no dia que comprei a passagem do trem, ele já estava a minha espera em na estação em Morretes. O casal que estava em lua de mel se juntou a nós.Os demais turistas se "dispersaram" pela cidade. Éramos um grupo de 4 pessoas e mais o motorista da vãn. Aproveitamos a manhã para conhecer Morretes e depois seguimos para Antonina, onde almoçamos o famoso "Barreado"... muito bom!Provamos vários tipos de cachaça. E na tarde, caminhamos pelos pontos históricos da cidade, visitamos museus e feirinhas de artesanato. A volta para Curitiba foi de vãn, pela serra. Bacanérrimo!
No meu último dia de viagem pela manhã peguei novamente a linha turismo e parei em alguns outros pontos de Curitiba. Amei o Museu Oscar Niemayer, realmente incrível. A tarde fui para o aeroporto e peguei meu voo de volta a Porto Alegre. Super indico pra vocês conhecerem Curtiba, uma cidade limpa, um povo educado que respira cultura.

>> Esqueci de contar pra vocês da Lauren, uma pernambucana arretada que conheci no hostel. Prometo que em outro momento conto aqui sobre nossos passeios pelas noites curitibanas. Outra coisa que eu super indico é Roma Hostel, que fiquei hospedada, filiado ao HI
diária super em conta e o café da manhã maravilhoso!

Aqui algumas das fotos da trip!!

Diário de Viagem: Curitiba - Parte I


Um dia você acorda e pensa “Preciso viajar” aí você pega uma mala coloca algumas coisas e vai. Simples assim.. Sim! As coisas são, de fato, simples. Nós é que a complicamos, na maioria das vezes.

Saí de Porto Alegre com muita chuva, mas na esperança de que o sol aparecesse. E não é que ele apareceu!? Bom, cheguei a Curitiba na terça-feira as 15:00, fui até a estação Ferroviária e comprei uma passagem de trem para a cidade de Morretes, comprei com antecedência pois já havia sido informada de que as vezes não tem bilhete disponível na hora do embarque. Pois bem... passagem de trem comprada, aproveitei o resto da tarde para passear no shopping que ficava ao lado do Hostel que eu fiquei hospedada.

No dia seguinte fui conhecer a cidade de Curitiba, fiquei total e completamente apaixonada. A cidade é totalmente limpa e organizada. Os curitibanos talvez não sejam os mais simpáticos, mas com certeza são os mais educados. Ficam quietinhos na deles, mas se você precisa de qualquer informação, ou fala sobre qualquer assunto, eles prontamente respondem com toda a educação. Curitiba também chama atenção por ser uma cidade totalmente projetada, o transporte publico também funciona muito bem. Aliás, se vocês quiserem conhecer a cidade, o melhor mesmo é utilizar esse tipo de transporte. Peguei o “tourism line” ou Linha Turismo, que é a melhor forma de se conhecer a cidade e os pontos turísticos. Você paga R$25,00 e tem direito a quatro reembarques, assim você mesmo monta seu roteiro e conhece os lugares que acha melhor. O ônibus percorre 25 pontos turísticos em 2 horas e 30 min. Eu, particularmente optei pelo Jardim Botânico, Parque Tanguá, Museu Oscar Niemeyer e Ópera de Arame. Neste mesmo dia conheci a Rua das Flores, Centro Histórico, Bosque Alemão, Oratório Ucraniano, Universidade do Paraná, Teatro Guaíra e o Parque Barigui.

Continua....


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