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Liam Brazier: Um geek de coração!


As ilustrações de super heróis coloridos e com formas geométricas era o único trabalho de Liam Brazier que eu conhecia. O ilustrador, que vive em Londres, contou aqui para o blog um pouquinho da vida e das inspirações dele.  Olha que bacana:



Cultura e Arte em pauta: Você se define como um geek de coração. Quando você descobriu o talento para a ilustração?
Liam Brazier: Comecei a desenhar quando eu era muito jovem. Lembro-me de copiar personagens de histórias em quadrinhos na hora do almoço na escola. Eu estudei arte na escola e, em seguida, faculdade e universidade - que sempre parecia ser a única coisa em que eu era naturalmente bom (segundo meus próprios professores!) 


Blog: Seu trabalho, de forma geral, é inspirador, mas minhas ilustrações favoritas são o super-heróis compostos por figuras geométricas. Como surgiu essa ideia? Foi um trabalho específico para um cliente?
Liam: Houve um convite aberto para criar imagens de super-heróis em um website de ilustração e assim tive a oportunidade de experimentar esse estilo. A primeira imagem (Man Up - uma imagen do Superman) foi muito bem ao lado de algumas outras do Star Wars. Então, resolvi expandi-los em uma série. 


Blog: Você poderia nos contar um pouco sobre a sua experiência com animação?
Liam: Eu nunca tive uma aula de animação na minha vida, eu sou certamente um fã e gosto de aprender novas habilidades da arte e isso levou-me a estudar. Animação me dá a chance de experimentar mais -  com trabalhos de diferentes estilos e materiais e isso é muito divertido! Por outro lado, pode levar um tempo muito longo!


Blog: Quais são suas influências? De onde vem a inspiração?
Liam: Eu gosto de desenhar coisas das quais eu seja fã, seja filmes, quadrinhos, televisão, música e assim por diante. Eles são os mais divertidos de fazer. Felizmente muitos projetos dos meus clientes me permitem aprofundar um pouco nesses mundos e isso mantém as coisas interessantes.


Blog: Você teve uma parceria com Boneface, para criar uma série de animações para acompanhar canções em um álbum da banda Quenns of the stone age. Como foi esse trabalho? Como surgiu essa parceria?
Liam: Boneface e eu fizemos algumas exposições coletivas juntos em os EUA, mas nunca tínhamos nos encontrado. Quando Josh (Homme, da banda) entrou em contato com ele com a ideia para os vídeos, ele sabia que eu trabalhava com animação e me contatou. Felizmente para mim, Boneface entendeu o que eu precisava para fazer esse trabalho e não hesitou quando enviei uma lista enorme de coisas que eu queria para cada tiro em seu storyboard.
A partir desse momento nós trabalhamos em seqüência (um tiro, em seguida, disparou dois, etc) em um curto período de tempo até que terminamos! Foi uma grande quantidade de trabalho para duas pessoas em um curto período de tempo (os dois últimos vídeos foram feitos em uma semana cada, com basicamente nenhuma noite dormida).

Blog: Conte-nos um pouco sobre seus planos para o futuro. 
Liam: Espero continuar a produzir meu trabalho e estar envolvido com projetos mais emocionantes!









O portfólio completo do Liam você confere aqui.







Há algumas semanas  atrás estive visitando um lugar especial aqui no RS. O Templo Budista em Três Coroas. Ao andar pelo lugar, eu senti como se estivesse em um pedacinho do Tibete. Eu nunca tinha visto uma concentração de energia positiva tão grande em um único lugar. É uma mistura de silêncio, paz e cores unidos a uma beleza natural indescritível.

O Templo é uma organização sem fins lucrativos destinado ao estudo e prática do Budismo Tibetano, e por ser uma organização sem fins lucrativos depende em grande parte de doação para manter sua estrutura. Aos domingos, 10h, há uma prática de meditação aberta ao público. Dentro do Templo não é permito entrar calçado e nem fotografar.

O Budismo é uma religião e filosofia não-teísta que abrange uma variedade de tradições, crenças e práticas, baseadas nos ensinamentos atribuídos a Buda. Essas tradições e crenças ficam muito claras durante a visita ao Templo, que é todo decorado dentro das tradições artísticas tibetanas.

Uma das coisas que me chamou muito a atenção na visita foi a Casa das Lamparinas, onde centenas de mini lâmpadas são acesas todos os dias como oferenda de luz para dispersar obstáculos de todos os seres. Segundo a crença budista, quando se oferece uma lamparina, a luz do ser se multiplica dissipando toda a escuridão da ignorância e espera-se que a mente se ilumine de sabedoria.

Exite, também, uma lojinha onde é possível adquirir incensos artesanais, mandalas, livros e diversos outros produtos ligados ao Budismo.

Fotos que eu fiz lá:


 Beleza Natural





 Casa das Lamparinas: Foto Divulgação / http://kl.chagdud.org/



Guru Rinpoche, o mestre indiano que levou o budismo vajraiana para o Tibet. Foto Divulgação / http://kl.chagdud.org/

Vista lateral do La Kang, templo construído e ornado dentro das tradições artísticas tibetanas. Foto Divulgação / http://kl.chagdud.org/


 Entrada no Templo onde acontece a prática da meditação. A partir desse ponto não é permitido fotografar.

Rodas de oração: cada uma contem milhares de mantras, que giram continuamente. Foto Divulgação / http://kl.chagdud.org/


"Seja a diferença que você busca no mundo"  -  Fazer a diferença é muito mais simples do que imaginamos, basta vontade! Uma prova disso é o projeto  Amor no Cabide.


 Um movimento simples, inspirador e, como o próprio nome diz, cheio de amor. Tem um objetivo nobre: doar amor através de agasalhos em bom estado e quentinhos. O bacana do projeto é que participar é fácil: basta espalhar cabides pela cidade e promover a doação de agasalhos para quem precisa.


Como funciona?
- Todos podem participar do movimento;
- Cada pessoa pode colocar roupas em cabides já existentes ou adicionar um novo pela cidade;
- O movimento conta com o bom senso de todos para que os mais necessitados se apropriem das doações.

Observações: 
Não coloque os cabides em árvores:
Não queremos machucar nossas amigas verdes que nos trazem tantos benefícios. ;)
Não cause indisposição com os seus vizinhos:
Converse com eles e explique o que é o projeto. Eles vão gostar de saber que a causa é nobre e vão querer ajudar também. \o/\o/
Proteja os agasalhos da chuva:
Coloque em sacos ou sacolas plásticas as suas doações. Ou então abra um guarda-chuva sobre o seu ponto de amor. :D

Alguns pontos em Porto Alegre:





Mais informações na página do projeto no Facebook ou aqui.

#DosPésaoLéu por Andréa Barbour


Quando se fala da Andréa Barbour, logo nos vem em mente as performances perfeitas dela nos shows do Teatro Mágico. Mas, hoje eu vim falar do projeto fotográfico que ela desenvolve: Dos Pés ao Léu.



#DosPesAoLeu é um projeto fotográfico multidimensional que incorpora a dança do olhar na realidade inventada. 
Criado e em desenvolvimento pela bailarina, as fotos são inspiradoras. Mostram seu cotidiano, passando por shows do Teatro Mágico, jantar em família e viagens. Todas as fotos podem ser conferidas aqui e o mais legal é a quantidade de informações que ela consegue colocar na mesma foto (que não possui edição)




                    


Vocês descobriram como são feitas essas fotos? Eu sim!! E gostei tanto que vou compartilhar aqui com vocês uma foto que fiz essa semana, no Caminho do Gol, aqui em Porto Alegre. ;)


Me contem o que acharam, ok! ;


Du E-Holic: O chapeleiro feliz e sem CEP!




Se tem uma coisa que eu gosto de escrever aqui no blog é sobre histórias inspiradoras. Há algum tempo eu conheci a história do Durval Sampaio, mais conhecido como Du E-Holic:

"Em um belo dia vendi absolutamente tudo o que eu tinha a preço de banana e virei a página para seguir meu verdadeiro sonho de costurar chapéus" - conta Du em entrevista a jornal do Amazonas.
O chapeleiro tinha uma vida estável, era empresário no ramo de sucata industrial, até que certo dia precisou de um chapéu para ir a uma festa, mas não encontrou nenhum do tamanho de sua cabeça. Du resolveu costurar seu próprio chapéu, este que fez muito sucesso entre a família e amigos. Ele passou a vender pela internet e na boutique ateliê que montou na Vila Madalena, em São Paulo.

Em 2013, Du embarcou em um furgão 1952 para uma volta pelo Brasil. "Mais que isso, uma travessia interna" - conta. Ele já passou por diversos lugares do Brasil e na semana passada esteve costurando na Galeria LaLa em Salvador. O "chapeleiro maluco", que tem a música e as pessoas como principal inspiração, segue sua viagem sem CEP, sempre fazendo novos amigos, conhecendo várias histórias e lugares e levando aos quatro cantos do país seu lema de vida "Confie em mim, trabalhe no que você ama"

Aqui você acompanha a volta de Du pelo Brasil.

Confesso que eu tô querendo muito um chapéu dele, que combina com esse friozinho que faz por aqui.

Olha só que bacana:



Mais do Chapeleiro sem CEP:



Com seu parceiro de viagem






Companheira inseparável

Fotos: Facebook Du E-Holic =)
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