segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Vida de uma RP: Sim! Nós servimos cafezinho.

Quem me conhece sabe que andei muito por ai até descobrir o que realmente queria fazer da minha vida acadêmica. Foram alguns semestres no curso de Administração (que eu não gostava) e mais um semestre no curso de Design (que eu amava, mas não conseguia me dedicar o tanto que eu gostaria e que era necessário)De tando ouvir "Tu precisa fazer Relações Públicas" resolvi mudar de curso, pela terceira vez! O fato é que hoje posso dizer que me "encontrei" no curso de RP. Talvez porque eu já trabalhe na área e entenda um pouco da importância do relacionamento dentro das empresas e organizações. (e isso eu também devo muito ao me chefe) e também porque gosto de curso, apesar de achar que falta um pouco mais de "prática" em meio a tanta teoria. Enfim, a ideia é começar a dividir experiências aqui no blog com outros RPs, formandos ou em processo de formação (assim como eu!)

PS: Sim! Somos a minoria nas cadeiras em comum com Jornalismo e Publicidade, mas tudo bem ... Isso faz com que a concorrência seja menor.(risos). E pra provar que (como dizem por aí) nós servimos cafezinho mesmo, vou postar aqui uma foto do café da manhã que organizo todas as semanas que tem o objetivo "estreitar" o relacionamento com o canal de vendas da empresa em que eu trabalho.

Um beijo e semana que vem tem mais "vida de uma rp"

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

O Tempo e o Vento



Fui assistir O Tempo e o Vento e estou completamente apaixonada pela fotografia do filme. Senti um orgulho (ainda maior)de ser daqui e da cidade de Bagé onde foram rodadas as cenas do filme que conta a história da família Terra Cambará e de sua principal opositora, a família Amaral, durante 150 anos, começando nas Missões até o final do século XIX. Sob o ponto de vista da luta entre essas duas famílias, são retratadas a formação do Rio Grande do Sul, a povoação do território brasileiro e a demarcação de suas fronteiras, forjada a ferro e espada pelas lutas entre as coroas portuguesa e espanhola.

Além de ser uma notável história épica, plena de heróis como Capitão Rodrigo e o índio castelhano Pedro Missioneiro, O Tempo e o Vento é uma profunda discussão sobre o significado da existência, da resistência humana diante das guerras. Por isso, para a adaptação cinematográfica, tomamos como estrutura o olhar feminino da quase centenária Bibiana Terra Cambará. Em meio ao cerco do casarão de sua família pelos Amarais, ela se valerá de sua memória, sempre deflagrada em noites de vento, para lembrar e contar sua história e as de seus antepassados. E, assim, resistir ao tempo e protestar contra a morte.

Quem ainda não assistiu, fica a minha dica para o final de semana que está chegando.




domingo, 22 de setembro de 2013

Gentileza gera Gentileza

Eu já tinha visto em uma aula da faculdade uma ação de marketing da Kibon chamada Corrente de Felicidade, em parceria com a New Content e a Fbiz, onde a marca instalou câmeras em uma loja de conveniência de São Paulo para saber quais os clientes que estavam comprando sorvete. Ao chegar no caixa para pagar, surpresa: o cliente era informado que o seu sorvete foi pago por uma outra pessoa (anônimo). O resultado foi excelente: 97% das pessoas que participaram da corrente da felicidade compraram um sorvete para alguém que nunca viram na vida. Pra quem não viu ta aí o vídeo.



Mas, o mais legal é que essa onda de gentileza se espalhou mundo a fora. No mês passado um homem, que não se identificou, comprou 500 cafés no Café Tim Hortons, no centro de Edmonton, no Canadá, sem que os clientes beneficiados soubessem.
A história de generosidade se espalhou pelo país e se tornou viral: em 5 regiões diferentes do país se repetiu a história de anônimos deixarem 500 cafés pagos."Estamos muito contentes por este primeiro ato, muito generoso, de bondade em Edmonton, ter criado uma espécie de efeito bola de neve em todo o país," disse a porta-voz do Café Tim Hortons, Michelle Robichaud.

Dia desses, lendo o blog Hypeness também falava sobre esse assunto: O Vicente (que escreve pro blog) foi conhecer um café na Vila Madalena, onde é praticado o "café compartilhado". Segundo ele,esse tipo de caridade apareceu pela primeira vez em Nápoles. As pessoas pagam antecipadamente o café a alguém que não pode permitir-se ao luxo de uma xícara de café quente. Deixavam também nos estabelecimentos, não só o café, mas também comida.

Gentileza gera sim Gentileza, concordam?

domingo, 10 de março de 2013

A vida que ninguém vê

Nunca pensei que iria me identificar tanto com esse livro. Eu, que adoro o "lado B" de tudo na vida, em 30 minutos de trem até a faculdade li 40 páginas. Senti como se eu mesma tivesse conversado com cada pessoa que protagoniza as histórias do livro, que é um conjunto de crônicas - reportagens de acontecimentos que não viram notícia e das pessoas que não são celebridades.





domingo, 3 de março de 2013

Rastro Urbano de Amor!

Era um sábado de manhã... Eu, com uma xícara de chá nas mãos, trocava todos os canais da tv, em busca de algo pra ver enquanto esperava a hora passar... Até que parei na TV CULTURA e estava passando um programa de entrevistas com duas gurias que falavam de um projeto chamado RUA ou Rastro Urbano de Amor. Nem preciso dizer que me identifiquei totalmente.

"Somos um coletivo criativo, um grupo de jovens inquietos por transformar a cidade em um lugar mais aprazivel, poético e humano. Queremos provocar sorrisos, Fazer uma quebra na rotina das pessoas que transitam pela sua cidade. O ambiente urbano é voraz e queremos que nossas intervenções, de alguma maneira, sejam um respiro no meio do caos, sejam um alento, um questionamento, uma provocação. É a arte criada na rua para transformar o mundo, a ideia é que em algum momento, mesmo que a intervenção seja efêmera, consiga intervir positivamente na vida cotidiana das pessoas"

O Rastro Urbano de Amor tem no currículo a edição Porto Alegrense do Aqui Bate um Coração, duas edições do Serenata Iluminada da Redenção( produzida colaborativamente com outros grupos) e o Poesia Ex pressa.
Todas essas intervenções urbanas tem o sentimento de levar as pessoas novas experiências com a cidade, seja através de corações em estátuas, novas experiências em um parque até poesias na rua.

Aqui Bate um coração
Intervenção urbana ideliazada pelos amigos Rodrigo Guima, Carla Meireles, Gabi Brites e Tati Weberman foi resposável pelos primeiros passos do RUA. A versão Porto Alegrense foi a primeira vez em que os articuladores se reuniram: o projeto tem como objetivos dar corações à estátuas de concreto, tirando as pessoas do lugar comum, fazendo com que elas sorrissem, além de lembrar que sempre existe amor, mesmo no meio do caos. De certa maneira também serviu para chamar atenção ao estado de abandono que muitas vezes se encontra esses monumentos.

SERENATAS
A primeira e segunda edição do Serenata Iluminada na Redenção teve como objetivo ocupar o Parque da Redenção á noite e se apropriar dos espaços públicos da cidade, quando os parques costumam tornar-se uma área não utilizada. A serenata também teve o objetivo de estimular melhorias na iluminação e segurança do local. Sabemos que um local público só é seguro quando há ocupação pacifica e cultural dando um novo significado e uso para o local.

Foram 1.5 mil no primeiro evento . Na segunda versão (com temática junina) foram mais de 4 mil participações. Toda a articulaçao foi vida rede social( facebook).
Muitas outras ações de ocupação ocorreram após a serenata iluminada, mostrando que a população quer utilizar os parques a noite.

Poesias EX pressa
Nesta intervenção mapeamos locais, por vezes de grande importância para Porto Alegre, e outras invisíveis aos olhos de quem simplesmente passa! Foram 11 locais que ganharam os poemas: Escadaraia da Borges, Mercado Público, Cine Capitólio e Coral, passando pelos bares Ocidente, Lancheria do Parque até faixas de segurança como no cruzamento da 24 de outubro com Hilário Ribeiro. A autoria dos poemas conta com Carlos Drummond de Andrade, Caetano Veloso, Arnaldo Antunes, Cartola e até Los Hermanos, entre tantos outros.


>> A próxima intervenção do RUA será 11/04. Bora acompanhar galerê?



Vem Comigo??

Você vai ficar desanimado com suas fotos de viagem quando conhecer a ideia do produtor Murad Osmann. Ele viaja o mundo inteiro com a namorada e criou uma espécie de padrão estético pra suas fotos no Instagram: elas retratam a namorada, conduzindo-o pelas mãos, ao cenário desconhecido.

Você vai reconhecer paisagens do mundo todo, de Berlim a Singapura. De acordo com Murad, que deu uma entrevista ao site Mashable, a primeira foto nessa linha foi tirada em Barcelona, enquanto a namorada – entediada, porque ele não parava de tirar fotos de tudo – o puxou pela mão. “Foi assim que começou”, ele disse.


Confere aí!!





Fala sério, da vontade de pegar a mochila e sair por esse mundão!! :D

Fonte: revistagalileu.com

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

{Sí}monami


Voltei com tudo e continuo apaixonada por tudo aquilo que nos transporta pra um lugar bem mais belo e aconchegante do que essa loucura do cotidiano em que vivemos!

Apresento-lhes a {Sí}monami - esse montante considerável de gente. É o pêlo que cresceu no braço da Nane, é a sofreguidão que acompanhou a Lio nos primeiros meses de inverno em Curitiba, são os bichos do Jean, é a tristeza do passado atribulado do Shan, do presente surpreendente da Fer, do futuro incerto de todos nós.



Por incrível coincidência, conheci o trabalho deles no dia em que estava previsto o fim dos tempos. Se o mundo relamente tivesse acabado, eu morreria com esse carinho nos meus ouvidos...

>> Com vocês: Lio, Fer, Lay, Shan, Jean (não necessariamente nesta mesma ordem).



Ó o tal do carinho que eu falei:



... das escolhas que agente faz!


359 dias sem escrever uma vírgula aqui... Caramba! Quanto tempo que eu não passava pelo meu blog... E hoje, no primeiro dia de 2013 aqui estou... pra contar pra vocês que a vida mudou! E como mudou! E não acho que isso seja ruim, ao contrário, acredito que a mudança é o que nos traz ânimo pra continuar...

E falo de mudança por que eu mudei... Mudei meus ideais, mudei a maneira de pensar e até alguns sonhos “de quebra” mudaram. De leve... sem dor.

“ninguém disse que seria fácil”...hoje no auge dos meus 25 anos, ou ¼ de século como eu costumo brincar, eu posso dizer que não é fácil mesmo. A vida é inexplicável... ( a minha vida é inexplicável). Quando paro pra pensar em tudo o que eu já fiz nesses 25 anos, penso que, tranquilamente, caberiam em 50! Foram tantas pessoas, tantos lugares, tantos sorrisos... tantas escolhas (algumas certas... outras nem tanto), tantas boas notícias! Realmente pode não ser fácil, mas é apaixonante!

E eu sigo... mudando de opinião, mudando de rotina, mudando alguns amigos (ALGUNS, porque os bons permanecem) e de quebra mudando o cabelo também :p

Beijos pra vocês!
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