domingo, 17 de julho de 2011

Roller + Rua = Pura Diversão!

Gente, hoje o assunto é a minha paixão, meu esporte preferido: Patinação Inline. Ainda não sou profissional (nem pretendo) mas posso garantir que faz muito melhor ao corpo e a mente do que qualquer terapia. Pra quem nunca tentou.. nunca é tarde pra começar.

Patinação Inline é um esporte radical praticado com Patins em linha, em locais apropriados, como ralf pipe, parques, e ruas.
Mesmo que a patinação pareça ser um esporte moderno e futurista, os primeiros patins datam do início do século XVIII. E os patins de gelo são mais velhos ainda. Dessa forma não se enganem, em que o patins em inglês skate, surgiu muito antes do skateboard.

Já neste século, surgiram nos Estados Unidos os patins tradicionais, aqueles com duas rodas atrás e duas na frente (também chamado de quad). Foram criados com freios na frente para patinação artistica com intuito de proporcionar melhor impulsso em saltos. Na década de 1970, reapareceram os patins in-line (os primeiros são do século XlX). O retorno dos patins in-line promoveu o surgimento da patinação agressiva, subdividida nas modalidades street e vertical. Esses patins só foram chegar ao Brasil na década de 1990. Hoje é um esporte bem difundido e praticado em todo Brasil sendo considerado esporte Olimpico graças ao 'X-GAMES" nossa olimpiada de esportes radicais. Em 1991 na cidade de Belo Horizonte-MG surgiu a primeira equipe de patinadores da modalidade Agressive Inline, No shopping Del Rey, naquela época foi montada uma pista de patinação e a Fly Roller assim intitulada, a equipe composta por Alexandre Aguiar de Freitas (Alex), Welington Tadeu da Silva (Ton), Carlos Felipe Branco (Boca), Rafael Costa Paiva (Rafinha), Adamas Nelson (Adamoso), Juney, Dái e Antero Torres dava inicio ao cenário agressivo da patinação no Brasil. Como Pioneiros da Patinação radical em linha com entrevista a MTV e patrocinio da rádio 98 FM em BH marcaram época com viajens por todo o Brasil com apresentações em rampas e o famoso Half Pipe de fibra propriedade da empresa Perene Ltda a primeira empresa Brasileira a patrocinar o esporte em território nacional.

Fonte Wikipédia.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Street Wedding

Eu já tinha visto uma reportagem, no programa 30 Minutos da TvCom, sobre o trabalho do fotógrafo Everton Rosa, hoje tive oportunidade de entender melhor o "Street Wedding" ou "Casamento de Rua"

Pra quem ainda não conhece,os conceitos de Street Wedding circundam na oportunidade para pessoas que sempre sonharam com um casamento. Muitas delas optam por não casar simplesmente por falta de tempo, pela dificuldade em reunir família e amigos. Assim, se deparam também com a distância das pessoas que queriam ter por perto no dia, tão especial.

É uma forma de registrar através da fotografia a expressão dos sentimentos entre o casal. O Street Wedding pode ser feito para aqueles que já casaram, para quem irá casar e também para quem não pretende, mas gostaria de simular um casamento e sentir a sensação de vestir-se de noivo e noiva.

Um novo estilo de casamento que transmite por meio da fotografia, na ausência de convidados, demonstrações de sentimentos entre dois, dos quais somente o fotógrafo e a natureza, na maioria das vezes, são testemunhas. Os rituais de um casamento como valsa, bolo, alianças, champagne, buquê e as juras matrimoniais podem compor o cenário. Cabe aos noivos e à produção usar a criatividade para adaptá-los a ele.

Em 20 anos atuando como fotógrafo de casamentos, Everton Rosa percebeu que faltava uma maior expressão entre os noivos em alguns de seus muitos trabalhos. Nem sempre eles exprimem tudo o que podem e o que desejam no tão esperado e planejado matrimônio. Tudo isso porque o ritual envolve inúmeros detalhes que, até aquele momento, ambos nunca vivenciaram.

O Street Wedding surgiu para mudar esse conceito. Ele consiste no fato do fotógrafo, em conjunto com o casal, sugerir e escolher um local e assim definir um cenário para a realização de um ensaio fotográfico diferente, exuberante, inesquecível. Como o próprio nome diz, Street Wedding, em inglês, significa “casamento na rua”. Hoje, mesmo com a contratação de excelentes profissionais especializados em se preocupar com os mínimos detalhes da festa, os noivos não deixam de desempenhar o papel de anfitriões. Devido a isso, é muito importante que a escolha do lugar tenha alguma identificação com os protagonistas, uma vez que a fotografia fala por si e a idéia principal do Street Wedding é mostrar a essência da união do casal através da força da integração entre três elementos: o homem, a natureza e o amor.

Everton Rosa conduz os participantes a evocarem suas emoções de maneira natural e contundente, às quais talvez não sejam levadas à tona de forma veemente nem mesmo durante cerimônias ou celebrações. Da mesma forma, ele produz e cria situações que fogem do lugar-comum, da rotina de um casamento clássico, com o objetivo de diferenciar, inovar, incrementar e fazer brotar momentos que depois serão resgatados para sempre. Momentos únicos e especiais.

Para conferir mais fotos de Street Wedding acesse o site:















quinta-feira, 7 de julho de 2011

Aos amantes da Fotografia

Em uma junção do digital e o analógico, temos a irreflexão e o filme fotográfico. Eis que surge a Lomografia. É um movimento fotográfico internacional, que quebra todas as regras. É sobre estilo de vida e filosofia, além de boas fotografias, é claro. Democrático e divertido. A arte de fotografar com uma Lomo consiste em fotografar ao acaso, buscando o imprevisível. Não é encenado nem produzido, é uma fotografia do cotidiano.

Utiliza a câmeras fabricadas pela LOMO, Leningradskoye Optiko Mechanichesckoye Obyedineni, que traduzindo do russo significa União de Óptica Mecânica de Leningrado. A fábrica surge em 1914, na atual São Petersburgo, com a função de produzir equipamentos óticos para o exército russo para a Primeira Guerra Mundial.
Em meio à guerra civil, em 1917, um grupo de engenheiros cria a primeira câmera fotográfica de fabricação russa. Em 1982 começa a produção maciça do modelo Lomo Kompact Automat. Uma câmera absurdamente barata e simples de usar, para que todas as famílias da União Soviéticas pudessem documentar e fazer propaganda do estilo de vida soviético. Com a queda do Comunismo, a Lomo não teria condições de competir no livre mercado, e decidiu para a produção das suas câmeras.

A história da Lomografia muda seu curso quando dois jovens de Viena viajam para Praga, na República Checa em 1991 e descobrem uma máquina Lomo. Os dois ficam fascinados com o resultado das imagens, a saturação das cores, e em pouco tempo, a Lomo vira mania na Áustria. Em 1995, eles criam em Viena a Sociedade Lomografica e a primeira LomoEmbaixada, com o intuito de impedir o desaparecimento das câmeras.
Hoje a Lomografia é Cult. Com seus “defeitos” propositais, como manchas de luz, ela encanta os fotógrafos alternativos. Pode ser considerada até “tosca”, com suas câmeras completamente mecânicas, feitas de plástico, inclusive a objetiva, criando um efeito de alta plasticidade e inclusive algumas deformações da realidade.

A Lomo é o oposto técnico da fotografia analógica convencional, não há nenhum controle do resultado, muitos vezes a câmera sequer possui um visor. É o que podemos chamar de Lo-Fi (de low fidelity, baixa fidelidade). Com suas 10 Regras de Ouro, a Sociedade Lomográfica nos convida a olhar de forma diferente a realidade e o cotidiano, sem deixar a arte para trás. Intuitivo e irreverente.

10 Regras de Ouro
1. Leve sua câmera para todos os lugares que for
2. Use-a a qualquer momento – dia e noite
3. Lomografia não é uma interferência na sua vida, mas parte dela
4. Tente fotografar da altura do quadril
5. Aproxime-se o máximo possível do que for fotografar
6. Não pense
7. Seja rápido
8. Você não precisa saber com antecedência o que for fotografar
9. Nem depois
10. Não se preocupe com nenhuma regra

Fonte: Blog By n9ve com colaboração de Renata Lohmann












terça-feira, 5 de julho de 2011

Adele: Amando profundamente!

A primeira vez que eu ouvi a música Rolling in the Deep, jurei que era uma música da Amy Winehouse. Adorei a música, mesmo não sendo fã da Amy. Logo depois descobri que eu estava errada, de fato a música não era da Amy e sim de uma cantora, até então, desconhecida pra mim: Adele.

Adele escreve canções sobre amores perdidos e outras lembranças. Isso fica claro na música Daydreamer, onde a cantora relata a história de um menino pelo qual estava apaixonada, porém não podia lidar com a sua bissexualidade, tudo que ela queria de um namorado, ele não seria. Já Somenone Like You foi escrita para seu ex-namorado, revelando o fim de um relacionamento frustrado. A cantora é fã de poesia, adora escrever e não gosta muito de ler. Canta desde os quatro anos, e seu primeiro cd foi lançado em 2006, intitulado “19”, o disco foi rotulado como sendo bastante triste e foi quatro vezes disco de platina no Reino Unido.

Em Janeiro de 2011, Adele lançou seu segundo álbum, intitulado “21”, que vendeu mais de 200 mil cópias na primeira semana. BRIT Awards 2011, trouxe Adele cantando Someone Like You. Após sua apresentação, a britânica permaneceu por mais de quatro semanas consecutivas no top do Reino Unido, fazendo-a a primeira artista (com vida) a ficar em primeiro lugar no UK Album Chart e UK Singles Chart, ao mesmo tempo; fato este, que não ocorria desde a banda Beatles em 1964.
Seu segundo álbum, também permaneceu sobre onze semanas consecutivas como o álbum mais vendido do Reino Unido, superando a cantora Madonna que permaneceu por nove semanas.

Sucesso né? Confiram:

sábado, 2 de julho de 2011

Toque-me, sou seu!

O Prefeitura de Nova York inundará as ruas da cidade com pianos para convidar os pedestres a tocar os instrumentos entre os dias 21 de Junho e 5 de Julho. A iniciativa, sob o título "Toque-me, sou seu" incentiva os cidadãos a explorarem sua criatividade. Foram distribuídos 60 pianos tanto nas ruas como nos parques e pontes da cidade para que as pessoas se encorajem a tocarem suas teclas.

O prefeito nova-iorquino explicou que sua administração, que impulsiona a iniciativa junto à organização beneficente Sing For Hope, tem grande interesse em proporcionar projetos públicos à cidade para fazê-la um "lugar vibrante". Ressaltou que esta nova experiência será um dos projetos "mais interativos" feitos até o momento.

Os instrumentos serão colocados em lugares clássicos da cidade como o Central Park, Brooklyn Bridge e Times Square. No entanto, o caráter interativo da obra não termina após tocar as teclas já que os aprendizes de pianista poderão colocar seus vídeos, fotografias e textos em site criado para compartilhar sua experiência.

A iniciativa está dentro das atividades do festival "Make Music New York", um evento realizado no primeiro dia do verão com mais de mil shows musicais gratuitos ao longo dos cinco condados da cidade. Moradores e turistas poderão desfrutar da instalação até o dia 5 de julho e exercitar seus dedos desde primeira hora da manhã até às 22h.

Uma vez finalizado o projeto, a organização Sing for Hope, que impulsiona a participação de artistas em serviços comunitários, doará os pianos aos colégios e hospitais da cidade de Nova York.

Fonte:Terra Notícias

História da Bailarina Torta


Dançava a bailarina torta
Dançava até o sol se pôr
Dançava a bailarina torta
Dançava à procura de um amor

Dançava a bailarina torta
Dançava até o sol se pôr
Dançava a bailarina torta
Bailava à procura de um amor

No beco dos velhos bares
Onde um dia ela já dançou
Antes de entortar as pernas
Antes de perder um grande amor

E a bailarina torta corria atrás
De roupas novas e um copo de champanhe

Nunca mais champanhe
Nunca mais plateia no Municipal
Nunca mais champanhe
Nunca mais baile de carnaval

E a velha bailarina torta
Que bailava em busca de um amor
Entrou, fechou a porta
Deitou e então silenciou



Silenciou...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Os Magos

“Os Magos está para Harry Potter como uma dose de uísue puro está para um xícara de chá”

O primeiro livro da série MAGOS está à venda desde Dezembro de 2010. Engraçado, irônico e deliciosamente inventivo, Os Magos, além de um verdadeiro romance de formação, é um épico de magia e exploraçãode outros mundos que expande os limites da ficção fantástica feita até aqui. Ao imaginar a magia como algo presente no mundo real, praticada por pessoas reais – com seus caprichos, emoções e desejos volúveis – Lev Grossman presta tributo ao fantástico presente nas histórias de C.S.
Lewis, T.H. White, Neil Gaiman e J.K. Rowling, mas constrói também seu próprio universo original, no qual a fronteira entre o bem e o mal não é exatamente tão clara, amor e sexo não são nada simples ou inocentes e conhecimento e poder têm um preço alto demais.

Sinopse: Quentin Coldwater é um gênio precoce às vésperas de entrar na faculdade. Como a maioria das pessoas, Quentin acreditava que a magia não era algo real. Acreditava. Tudo muda quando ele é surpreendentemente admitido em uma universidade - muito antiga, muito secreta, muito exclusiva - de estudos mágicos, ao norte de Nova York. Após se esgueirar por um terreno baldio do Brooklyn na tarde de inverno em que deveria ter feito sua entrevista para entrar em Princeton, Quentin se vê, em pleno verão, no idílico campus da misteriosa Brakebills. Ali - não antes de um difícil e cansativo exame de admissão - ele dá início a uma extensa e rigorosa iniciação ao universo acadêmico da feitiçaria moderna; ao mesmo tempo, descobre também os princípios boêmios da vida universitária - amizades, amores, sexo e álcool.

Fica a dica!
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